REALIDADE VIRTUAL NA REABILITAÇÃO VESTIBULAR: UMA REVISÃO DA LITERATURA
Sevilha, B.C.F. ;
Marques, C.C. ;
CUNHA, K. M. ;
Sales, R. ;
A realidade virtual faz parte do progresso tecnológico e traz consigo novos prismas e benefícios para as várias áreas do conhecimento e da saúde. A reabilitação vestibular tem encontrado bons resultados ao se aliar com as tecnologias, pois os dispositivos eletrônicos proporcionam treinamentos com alto nível de veracidade aos pacientes, os ambientes e situações de rotina podem ser recriados e trabalhar sua visão, audição, cognição e consequentemente sua propriocepção e equilíbrio. Os games possibilitam ao paciente treinamentos efetivos, muito bem elaborados, com custos acessíveis e no conforto de sua casa. Frente a possibilidade em integrar a realidade virtual ao tratamento de questões relacionadas ao equilíbrio, o presente trabalho teve por objetivo realizar um levantamento de estudos em que a realidade virtual foi utilizada na reabilitação vestibular. Tratou-se de uma pesquisa bibliográfica cujo os artigos foram levantados por intermédio dos bancos de dados eletrônicos Lilacs (Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde), PubMed (National Center for Biotechnology Information – NCBI), SciELO (Scientific Eletronic Library Online). A busca foi limitada a artigos publicados entre Março de 2012 a Fevereiro 2021, sendo selecionados três artigos nos idiomas português e inglês, os quais estavam relacionados à questões posturais em pacientes com alterações neurológicas como Paralisia Cerebral e Parkinson, e não demonstravam alterações vestibulares. Pode-se considerar então, a necessidade de pesquisas que auxiliem a identificar o uso da realidade virtual em alterações vestibulares.
1. Gonçalves DU, Ganança FF, Bottino MA, Greters ME, Ganança MM, Mezzalira R, et al. Avaliação Otoneurológica: boas práticas atuais. Braz. J Otorhinolaryngol. 2014;80(2):95.
2. Boéchat EM, et al. Tratado de Audiologia. 2ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2015.
3. Herdman SJ. Reabilitação Vestibular. 2ª ed. Barueri: Manole;2002.
4. Marone SAM, Miniti A, Bento RF. Tratado de Otologia. São Paulo: Edusp-Editora da Universidade de São Paulo; 1998.
5. Audi M, Barrozo AL, Perin BO, Frota JBB, Braccialli LMP. Realidade virtual como ferramenta para reabilitação: estudo de caso. Rev. bras. educ. espec. 2018; 31(60):153-166.
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